• Artur Carvalho - "Existe algo em nós que permanece"
    Jun 5 2026
    Artur Carvalho costuma dizer que certas coisas importantes da vida não são planejadas — simplesmente acontecem quando chega o momento certo. Talvez por isso sua própria história seja marcada por encontros profundos. Um deles aconteceu aos 21 anos, quando conheceu José Trigueirinho durante uma palestra em Belo Horizonte. Naquele instante, teve a sensação de ter encontrado um porto seguro para sua busca interior. O que se seguiu foram mais de três décadas de convivência, aprendizado e trabalho ao lado de um dos mais importantes pensadores espiritualistas brasileiros. Mas, mais do que estudar temas ligados à espiritualidade, Artur se dedica a uma questão que atravessa toda a sua trajetória: como ampliar a consciência para além das referências limitadas do mundo material. Ao longo desse caminho, visitou locais sagrados e grupos de estudo em diferentes partes do mundo — da Mongólia aos Estados Unidos, da Índia à Espanha, do Egito ao Brasil Central. Participou da criação de comunidades espirituais e chegou a viver sete anos em reclusão como eremita, numa busca profunda por autoconhecimento e transformação interior. Em seus estudos, explora temas como os centros planetários, os planos sutis da existência e a possibilidade de que a humanidade esteja vivendo um momento de profunda transição evolutiva. Hoje, vivendo na região da Serra do Roncador, no Brasil Central, ele segue compartilhando reflexões que nos convidam a olhar para a vida não apenas a partir do que é visível, mas também daquilo que só pode ser percebido pela experiência interior. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o cofundador da Flor de Ibez – Instituto de Vida Integral, um espaço nascido no coração do Brasil Central e dedicado ao autoconhecimento, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo como humanidade e foi categórico: “Existe algo em nós que permanece”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 17 mins
  • Gabbi Ries - “O amor é um lugar”
    May 29 2026
    Gabbi Ries está certa de que existem momentos da vida em que a gente simplesmente não consegue mais ignorar aquilo que sente por dentro. Como se alguma coisa começasse, aos poucos, a desmontar antigas certezas, antigos papéis e até antigas versões de nós mesmos. Talvez por isso a trajetória dessa minha convidada tenha sido marcada por tantas travessias. Antes de mergulhar profundamente no universo do Tarot Egípcio, da astrologia e das terapias integrativas, ela viveu experiências bastante diferentes entre si: trabalhou durante anos com comunicação, rádio, televisão, turismo e treinamentos corporativos. Depois veio a maternidade — uma experiência que acabou mudando profundamente seu olhar sobre a vida e sobre si mesma. Mas havia também uma inquietação mais antiga. A sensação de perceber o mundo de uma forma diferente, de carregar perguntas que nem sempre encontravam espaço em uma vida mais convencional. E foi justamente dessa busca — feita entre mudanças, crises pessoais, espiritualidade, autoconhecimento e reconstruções internas — que nasceu o caminho que ela segue hoje. Ao longo dos últimos anos, ela mergulhou nos estudos do Tarot Egípcio, astrologia terapêutica, alquimia, ThetaHealing, Reiki e simbologias ancestrais ligadas ao feminino e às tradições espirituais do Egito. Mais recentemente, uma nova fase da vida trouxe também reflexões profundas sobre maturidade, menopausa, identidade e a coragem de assumir, cada vez mais, a própria essência. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Gabbi Ries contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “O amor é um lugar”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 30 mins
  • Eloneide Ferreira Marques - “O invisível também organiza a vida”
    May 22 2026
    Eloneide Ferreira Marques não tem dúvida em afirmar que o corpo humano possui uma inteligência muito mais antiga — e talvez muito mais sofisticada — do que qualquer inteligência artificial criada pelo homem. Talvez por isso ela tenha dedicado boa parte da sua trajetória a investigar aquilo que existe entre símbolo, energia, natureza e consciência. Estudiosa da medicina chinesa, ela desenvolveu um trabalho que busca escutar essa “inteligência do corpo” através de uma técnica que une acupuntura, trigramas do I Ching, manifestações da natureza e símbolos ancestrais encontrados em uma múmia de mais de 5 mil anos, descoberta há 35 anos entre a Áustria e a Itália. Segundo ela, muito antes de falarmos sobre algoritmos, prompts ou inteligência artificial, o corpo já sabia responder. Já armazenava informações. Já se comunicava através de sinais, frequências, emoções e padrões invisíveis. Foi dessa inquietação — e também de seus estudos sobre metaverso, linguagem simbólica e medicina chinesa — que nasceu a chamada Acupuntura Digital, uma abordagem terapêutica que substitui as agulhas por desenhos inspirados nos trigramas do I Ching, aplicados sobre pontos energéticos do corpo. Mas afinal… o que seriam esses códigos? Como símbolos da natureza poderiam dialogar com os meridianos da acupuntura? E até que ponto existe, dentro de nós, uma espécie de inteligência silenciosa esperando para ser ouvida? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora de medicina chinesa formada pelo Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, docente da Escola Espanhola de Acupuntura, jornalista, pesquisadora e criadora da técnica da Acupuntura Digital contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o campo mais sutil que nos habita e foi categórica: “O invisível também organiza a vida”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 26 mins
  • Gabi Picciotto - “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade”
    May 15 2026
    Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 6 mins
  • Ilana Milharcic - “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho”
    May 8 2026
    Ilana Milharcic costuma dizer que existe um universo inteiro acontecendo dentro da gente — silencioso, profundo… e quase sempre ignorado. Talvez por isso a história dessa minha convidada não seja sobre estética — mas sobre escuta. Uma escuta que começou quando a vida saiu do eixo. Quando vieram o caos, a desconexão, a sensação de vazio e, principalmente, a falta de afeto — e de afeto por si mesma. Foi ali, nesse lugar incômodo que ninguém quer visitar, que um outro caminho começou a se desenhar. Formada em publicidade, ela construiu carreira, criou projetos, viveu o ritmo acelerado do mercado… Mas, em algum momento, percebeu que estava sustentando narrativas para fora enquanto algo essencial dentro de si pedia atenção. E foi no simples — quase silencioso — que tudo começou a mudar. O que era interesse virou prática. O que era prática virou investigação. E o que era investigação virou propósito. Entre estudos de bioquímica, da pele, das medicinas tradicionais, da ayurveda e da medicina chinesa, ela começou a enxergar o corpo não como um problema a ser corrigido, mas como um sistema inteligente buscando equilíbrio o tempo todo. E, mais do que isso, percebeu que muitas das respostas que procuramos fora já estavam disponíveis — na natureza, nos saberes ancestrais, na relação mais simples e direta com a vida. Mas ela foi além. Ao invés de escolher entre o ancestral e o tecnológico, fez algo mais raro: decidiu integrar. Olhar para a floresta e para o laboratório. Para o conhecimento dos povos originários… e para o rigor da ciência. Entendendo que, quando esses dois mundos se encontram, algo novo pode nascer. A pele, nesse processo, deixa de ser vaidade. Vira linguagem. Limite. Relação. Um espelho do que acontece dentro e fora. E foi dessa travessia — do caos ao cuidado, da desconexão ao propósito — que nasceu a Lillá. Um trabalho que vai além dos cosméticos: um convite para uma nova relação com o corpo, com a beleza e com a própria vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a cosmetóloga, tricologista e empresária contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 41 mins
  • Christiano Rocha: “Há um caminho invisível conduzindo tudo”
    May 2 2026
    Christiano Rocha não tem dúvida em afirmar que existem dimensões da vida que a gente só compreende quando se permite sentir — e não apenas explicar. Desde muito cedo, ainda na infância, ele já percebia o mundo de uma forma diferente. Uma sensibilidade mais fina, quase silenciosa, que o colocava em contato com camadas sutis da existência que nem sempre cabem em palavras. Ao longo da vida, essa percepção não apenas permaneceu… como se aprofundou. Em suas jornadas por países como China e Alemanha, viveu experiências difíceis de enquadrar dentro de uma lógica convencional — encontros, percepções e episódios que ampliaram radicalmente sua forma de enxergar o corpo, a mente e a própria realidade. Mas talvez tão marcante quanto essas experiências sejam as sincronicidades que foram se revelando ao longo do seu caminho. Como se, de alguma forma, a vida fosse abrindo portas no momento exato… conduzindo, alinhando, mostrando direções. Nada parece ter sido por acaso. Com quase duas décadas de experiência, formação em Educação Física e especializações em áreas como Medicina Tradicional Chinesa, Acupuntura Japonesa e Saúde Mental, ele construiu uma abordagem que integra ciência, tradição e consciência. À frente do Instituto Invida, desenvolve um trabalho que vai além do sintoma — um olhar que busca compreender o ser humano em sua totalidade, respeitando o corpo, a energia e aquilo que ainda não sabemos nomear. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Christiano contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “Há um caminho invisível conduzindo tudo". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 43 mins
  • Adriane Garcia - "A mente pode aprisionar… mas também pode libertar"
    Apr 24 2026
    Adriane Garcia tem certeza de uma coisa: não é só o que acontece com a gente que define a nossa vida, mas a forma como a nossa mente registra, interpreta e revive essas experiências. Talvez por isso, acessar estados mais profundos de consciência não seja algo místico ou distante, mas uma possibilidade real de reorganizar dores, ressignificar experiências e encontrar novos caminhos internos. A história da minha convidada passa por esse mergulho. Por muito tempo, viveu versões de si mesma que não refletiam quem realmente era. Entre inseguranças, padrões e silêncios, atravessou dores emocionais profundas - até viver um ponto de ruptura. Um momento de virada que a levou a olhar para dentro, encarar suas sombras e reconstruir a própria narrativa. Foi nesse processo que encontrou na hipnose não só uma ferramenta, mas um caminho. Um caminho que hoje utiliza para ajudar pessoas a lidarem com dores emocionais e físicas, ampliando a consciência, reduzindo a ansiedade, ressignificando traumas e, principalmente, reconectando o indivíduo consigo mesmo. Hoje, seu trabalho também dialoga com a ciência, integrando a hipnoterapia a abordagens baseadas na neurociência, inclusive como suporte complementar em contextos mais delicados, como o de pacientes oncológicos, contribuindo para o alívio de sintomas e melhora da qualidade de vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Adriane Garcia contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos passando como humanidade e foi categórica: “A mente pode aprisionar… mas também pode libertar.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 6 mins
  • Leandro Barreto: Muita gente chama de idade o que é consequência”
    Apr 17 2026
    Leandro Barreto costuma dizer que o corpo sempre cobra a conta da alma. Talvez por isso sua trajetória tenha sido marcada pela recusa em aceitar que adoecer seja apenas uma fatalidade biológica ou um efeito inevitável do tempo. Para ele, o corpo não é uma máquina que simplesmente quebra — é também um espelho. Um reflexo da forma como vivemos, pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo. Foi dessa inquietação que nasceu sua busca por uma medicina mais ampla. Uma medicina que não se contenta em apenas controlar sintomas, mas que procura compreender os hábitos, os excessos, os silêncios, os conflitos e os desalinhamentos que muitas vezes adoecem alguém antes mesmo de qualquer exame mostrar alteração. Ao longo da sua caminhada, passou a defender uma ideia que confronta muitas crenças modernas: a de que envelhecer não precisa significar definhar; que boa parte das doenças que hoje consideramos “normais da idade” talvez sejam, na verdade, consequência de uma forma desordenada de viver. Mas sua reflexão vai além da saúde física. Porque, para ele, cuidar do corpo não é culto à estética — é disciplina, presença e responsabilidade com o veículo que sustenta nossa existência. É entender que corpo, mente e espírito não caminham separados. E que uma vida em desequilíbrio, mais cedo ou mais tarde, encontra uma forma de se manifestar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o sócio-diretor do Bio Instituto e uma das vozes mais inquietas na defesa de uma medicina que integra ciência, escuta e consciência contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “Muita gente chama de idade o que é consequência.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 hr and 10 mins