Episodes

  • E se eu fosse uma trilha sonora?
    Dec 9 2023

    A música tem um imenso impacto na vida humana. Aparece nos momentos de celebração, de tristeza, de oração e até mesmo quando precisamos nos concentrar.

    Desde os primeiros sons que escutamos com as canções de ninar até a derradeira oração de despedida, a música nos ajuda a compreender nossos sentimentos e a entrar em contato com a natureza humana por meio do ritmo, da melodia e da poesia.

    E é rememorando os momentos mais marcantes de nossas vidas, tendo como pano de fundo a música, que hoje nos perguntamos: E se eu fosse uma trilha sonora?

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    1 hr and 8 mins
  • E se tivéssemos feito outras escolhas?
    Jun 6 2023

    Passamos a vida tomando decisões, escolhendo os caminhos que iremos seguir. E quando olhamos para trás, até conseguimos perceber uma rota que nos levou até onde estamos. Algumas vezes nos arrependemos. Outras, nos questionamos. Em outras, ainda tentamos mudar o curso no meio do caminho. Ainda assim, quanto mais o tempo passa, mais possível se torno o encontro com quem você se tornou. De qualquer forma, estamos sempre em dúvida. E é por essa razão que hoje nos perguntamos: E se tivéssemos feito outras escolhas?

    Apresentadoras desse episódio: Lari Polido @polidolari, Carol Bastos @carolbastos05 e Bárbara Primo @barbara.primo_.

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    E-mails: mande dúvidas, críticas, elogios e sugestões de pauta para: contato.muda.podcast@gmail.com

    Edição: Carol Bastos. Pauta: Bárbara Primo e Carol Bastos. Músicas utilizadas no episódio: Ghostrifter Official - Soaring (No copyright music from SoundCloud) e Acoustic_Folk Instrumental (No copyright music from SoundCloud).

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    1 hr and 11 mins
  • E se eu quiser sair do Brasil?
    Apr 19 2023

    Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, a comunidade brasileira no exterior, no ano de 2020, ultrapassava os 4 milhões de pessoas. Este número representa um significativo aumento de 36% de emigrados se compararmos com os dados da década anterior. Entre as várias motivações que ensejam este ímpeto de deixar o país, há 3 razões principais: problemas econômicos, instabilidade política e violência urbana. Seja como for, o desejo de deixar para trás o lugar que conhecemos e que nos forjou sempre vem embebido de uma expectativa genuína de melhora e mudança. Vale a pena trocar o que nos é familiar pela promessa de uma vida com mais possibilidades? Com essa reflexão pairando, trouxemos hoje dois convidados para nos ajudar a responder à seguinte pergunta: e se eu quiser sair do Brasil?

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    1 hr and 49 mins
  • E se eu fosse 2022?
    Feb 3 2023

    Depois de um ano muito turbulento, com acontecimento políticos, sociais e pessoais em nossas vidas, nos reencontramos para celebrar com vocês esse ano e o próximo que já chegou em ritmo acelerado. Um ano que teve muito afeto, muito debate, muitos altos e baixos, momentos de raiva e redenção.

    É diante desse cenário que nos perguntamos: E se eu fosse 2022?

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    1 hr and 26 mins
  • E se vier outra pandemia?
    Oct 10 2022

    Desde o final de 2019, quando a pandemia da Covid-19 dava seus primeiros sinais, a humanidade precisou repensar questões antes sedimentadas. Não que essa tenha sido a primeira e, com toda certeza não será a última, mas a conectividade e o acesso à informação, ou seja, o momento histórico que vivemos, fizeram deste episódio algo que, talvez, nunca superemos.

    Falta de tratamento adequado, limites no ir e vir, dificuldades em razão da falta de contato com entes queridos perda de entes queridos. O mundo como conhecíamos foi abalado pelo medo e a incerteza. E agora, com vacinas criadas e casos controlados dentro do possível, vamos retomando uma certa "normalidade". Mas até quando? E é aí que a gente se pergunta: E se vier outra pandemia?

    Apresentadoras desse episódio: Lari Polido @polidolari, Carol Bastos @carolbastos05 e Bárbara Primo @barbara.primo_.

    Convidada do episódio: Carolina Salgado.

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    Edição: Carol Bastos. Pauta: Bárbara Primo e Carolina Salgado. Músicas utilizadas no epísódio: Ghostrifter Official - Soaring (No copyright music from SoundCloud) e Acoustic_Folk Instrumental (No copyright music from SoundCloud).

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    1 hr and 32 mins
  • E se eu fosse uma comédia romântica?
    Sep 26 2022

    As comédias românticas sãoum reduto feminino, criadas para esse público e também consumidas por ele.

    É nesses filmes que as mulheres aparecem, em sua grande maioria, como protagonistas, juntamente com alguns melodramas e musicais. É, portanto, nesses três gêneros que elas assumem o controle da narrativa e geram toda a percepção cultural sobre o seu comportamento ideal e sobre qual deve ser o objetivo de suas vidas.

    É claro que nem todas as mulheres consomem e amam comédias românticas, assim como nem todo homem é público fiel de filmes de ação, mas esse gêneros tem seus públicos predefinidos e seus padrões narrativos que buscam atingir esses públicos, bem como influenciá-los.

    O importante é saber que, ainda que comédias românticas sejam feitas com protagonistas mulheres, e para o público feminino, elas não tendem a ser feministas.

    Ainda sim, nós amamos essas histórias. E é partir dessa paixão que nos perguntamos: e se eu fosse uma comédia romântica?

    Apresentadoras desse episódio: Lari Polido @polidolari, Carol Bastos @carolbastos05 e Bárbara Primo @barbara.primo_.

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    Edição: Carol Bastos. Músicas utilizadas no epísódio: Ghostrifter Official - Soaring (No copyright music from SoundCloud) e Acoustic_Folk Instrumental (No copyright music from SoundCloud).

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    1 hr and 36 mins
  • E se eu envelhecer?
    Aug 28 2022

    Todos somos diferentes. Pertencemos a grupos com características que nos diferem e, eventualmente, até nos afastam. No entanto, há uma questão que une a todos: o envelhecimento. Para o ser humano, só há dois caminhos: ou se finda ou segue envelhecendo. Esse é um aspecto inerente a todos e, portanto, importante para quem quer que esteja caminhando por este planeta.

    Dito isso, não podemos nos abster de pensar: E se eu envelhecer?

    Participaram desse episódio: Lari Polido @polidolari, Carol Bastos @carolbastos05, Bárbara Primo @barbara.primo_ e Mônica Regina Souza @monica_rsouza.

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    Edição: Carol Bastos. Músicas utilizadas no epísódio: Ghostrifter Official - Soaring (No copyright music from SoundCloud) e Acoustic_Folk Instrumental (No copyright music from SoundCloud).

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    1 hr and 15 mins
  • E se eu for adotada?
    Aug 11 2022

    Quando falamos os termos maternidade e paternidade, a que estamos nos referindo? O que é ser mãe ou pai e o que é ser responsável por uma vida, por sua educação, seu cuidado, seus afetos?

    O nascimento de uma criança pode trazer à tona uma miríade de sentimentos e reações. Responsabilizar-se por outro ser humano preconiza, sim, nossa disposição e capacidade para o afeto. No entanto, ela pressupõe a existência e a provisão de condições básicas para que tal responsabilidade possa se dar de maneira digna. Por razões várias, famílias originais se veem impelidas a abrir mão de seu poder familiar em prol do bem-estar daquele indivíduo que, doravante, será de responsabilidade temporária do Estado.

    Para muitas destas crianças, a adoção configura-se como a única solução e possibilidade de convívio familiar. Os meandros que envolvem esta filiação socioafetiva, porém, perpassam questões que dizem respeito a desejos, expectativas e frustrações. Mais do que suprir uma necessidade parental, o instituto da adoção tem como razão precípua o caráter urgente em garantir às crianças lares e possibilidades de relacionamentos. Em um país onde o número de possíveis adotantes supera o de crianças disponíveis para adoção, o que explica a permanência de milhares delas em instituições de acolhimento?

    Se esta conta não fecha, é sinal de que há razões outras que condicionam esta decisão que vão muito além da matemática básica. A decisão por adotar – e ser adotado – deveria partir da premissa basilar de que laços afetivos são construídos na dinâmica própria da vida, com suas vicissitudes e percalços e que pouco, ou nada, tem a ver com laços sanguíneos ou expectativas fenotípicas. A adoção deveria pressupor a compreensão da criança como um indivíduo em si, sujeito de direitos e, também, desejos. E é por essa razão que hoje partimos da seguinte pergunta: e se eu for adotada?

    Apresentadoras desse episódio: Lari Polido @polidolari, Carol Bastos @carolbastos05 e Bárbara Primo @barbara.primo_.

    Convidada do episódio: Mariana Stoliar @maristoliar.

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    Edição: Carol Bastos. Músicas utilizadas no epísódio: Ghostrifter Official - Soaring (No copyright music from SoundCloud) e Acoustic_Folk Instrumental (No copyright music from SoundCloud).

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    1 hr and 32 mins