Episodes

  • Quando a forma muda
    Jan 24 2026

    O Verso Aberto passa por uma mudança.

    Esse episódio marca um novo momento:
    mais intenção,
    mais escuta,
    e menos repetição automática.

    Não é sobre recomeçar do zero,
    mas sobre reorganizar a forma de dizer
    e sustentar a própria voz.

    Algumas mudanças não fazem barulho.
    Elas apenas alinham.

    Esse episódio é um ponto de transição.
    E de presença.

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    4 mins
  • A mão que afaga é a mesma que apedreja
    Jan 17 2026

    “Versos Íntimos”, de Augusto dos Anjos, não oferece consolo.
    Ele expõe.

    Um poema sobre reconhecimento, ego e ingratidão.
    Sobre aplausos, silêncio
    e a mão que afaga sendo a mesma que apedreja.

    Verso Aberto.

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    2 mins
  • Motivo
    Jan 7 2026

    Há dias em que eu acordo e penso: esse é o motivo.
    Hoje, apenas a leitura.
    Sem explicação. Sem música.

    Se esse poema falou com você, compartilhe.
    Pra continuar ouvindo poesia, siga o Verso Aberto.

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    1 min
  • A Adormecida — Castro Alves | Amor em contemplação
    Dec 28 2025


    Neste episódio, o amor se manifesta de forma contemplativa, silenciosa e idealizada.

    Eu faço a leitura do poema “A Adormecida”, de Castro Alves, e analiso como o eu lírico observa a figura feminina com delicadeza e admiração, transformando o instante íntimo em poesia.

    🎧 Ouça com atenção, salve este episódio e compartilhe com quem aprecia a sensibilidade do romantismo brasileiro.
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    3 mins
  • Guarda estes versos que escrevi chorando — Machado de Assis | poesia cantada
    Dec 22 2025

    Neste episódio, a dor amorosa se transforma em devoção, intensidade e entrega absoluta.

    Eu interpreto cantando a poesia “Guarda estes versos que escrevi chorando”, de Machado de Assis, explorando como o eu lírico expressa paixão profunda, sofrimento e o desejo de ser lembrado pelo outro.

    🎧 Ouça com atenção, salve este episódio e permita que a musicalidade do verso conduza a experiência.
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    4 mins
  • Tardes de verão
    Dec 17 2025

    Neste episódio, o amor juvenil aparece marcado pela idealização, pela melancolia e pela passagem do tempo.

    Eu faço a leitura do poema “Tardes de Verão”, de Álvares de Azevedo, e analiso como o Romantismo constrói imagens de desejo, sonho e despedida, revelando a sensibilidade intensa do eu lírico.

    🎧 Ouça com calma, salve este episódio e compartilhe com quem se emociona com a poesia romântica.
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    4 mins
  • Reduzir -se a pó
    Dec 15 2025

    Neste episódio, compartilho uma poesia de autoria própria, escrita a partir de um eu lírico que se entrega ao amor com intensidade, expectativa e cegueira emocional. A poesia fala sobre o perigo de idealizar, sobre amar sem medida e sobre como, muitas vezes, o amor se apresenta de forma dura, silenciosa e sem dó de quem sente.

    Poesia de autoria de Vitória da Silva dos Santos
    Todos os direitos reservados.
    É proibida a reprodução total ou parcial desta obra sem autorização prévia da autora, conforme a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98).


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    2 mins
  • Meus oito anos
    Dec 10 2025

    Neste episódio, a infância aparece como memória, saudade e idealização do passado.

    Eu faço a leitura do poema “Meus Oito Anos”, de Casimiro de Abreu, e analiso como o Romantismo constrói a nostalgia da infância como um lugar perdido e afetivo.

    🎧 Ouça com calma e compartilhe com quem sente saudade do que já foi.
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    3 mins