Antes de qualquer história, tem um fio. Nesse primeiro episódio, eu me apresento — não como especialista em nada, mas como alguém que sempre encontrou nos livros um jeito de entender o que vive.
A gente também mergulha no mito que dá nome a esse espaço: Ariadne, o labirinto de Creta, e o fio que ela entrega a Teseu — não como mapa, mas como um jeito de não se perder de vez enquanto se enfrenta o que é complicado.
É esse o convite do Fio de Ariadne: explorar os labirintos da mente através de histórias, sem resposta certa, sem se perder no caminho