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  • UMA FÉ QUE ABRAÇA A VIDA | Mesmo Quando Ninguém Entende
    Jan 24 2026

    Há momentos em que a dor parece constante, em que as lágrimas se tornam parte do nosso dia a dia e a fé é colocada à prova. Nessas horas, surge a tentação de endurecer o coração ou de fugir da realidade. Mas a Palavra de Deus nos mostra um caminho mais profundo, mais humano e cheio de esperança.


    Neste sábado da segunda semana do Tempo Comum, celebrando a memória de São Francisco de Sales, a liturgia nos conduz por um itinerário de fé madura e encarnada. Na primeira leitura, contemplamos o luto digno de Davi diante da morte de Saul e Jônatas. O salmo nos faz clamar no meio da humilhação, pedindo que a face do Senhor volte a resplandecer. No Evangelho de Marcos, vemos Jesus incompreendido até pelos seus, fiel à missão mesmo quando o amor parece loucura.


    A Palavra revela que a verdadeira fé não elimina a dor, mas a transforma em lugar de encontro com Deus. Ela nos ensina a chorar sem ódio, a clamar sem perder a confiança e a perseverar mesmo quando não somos compreendidos. Assim viveu Davi, assim rezou o salmista, assim caminhou Jesus.


    Três movimentos espirituais atravessam esta liturgia

    – Acolher a dor com humanidade e dignidade

    – Clamar a Deus com confiança no meio da angústia

    – Perseverar na missão com fidelidade e mansidão


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    📖 Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.

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    6 mins
  • CHAMADOS PELA GRAÇA | Da Confiança à Missão
    Jan 23 2026

    Há momentos em que somos feridos, provocados e tentados a revidar. O coração humano conhece bem a lógica da vingança, mas também carrega um desejo profundo de paz, de justiça verdadeira e de liberdade interior.


    Hoje, na sexta-feira da segunda semana do Tempo Comum, a Palavra nos conduz por um caminho de misericórdia, confiança e missão. A primeira leitura nos apresenta Davi diante da tentação da vingança; o Salmo nos faz repousar sob as asas protetoras de Deus; e o Evangelho revela Jesus chamando, por pura graça, aqueles que Ele quer para estar com Ele e ser enviados.


    A Escritura nos ensina que a misericórdia rompe ciclos de violência, que a confiança sustenta a alma em meio às tempestades e que o chamado de Deus não é prêmio para perfeitos, mas graça que transforma corações disponíveis.


    A fé cristã amadurece quando aprendemos a entregar a justiça nas mãos de Deus, a descansar n’Ele e a responder com generosidade ao chamado que nasce do encontro com Cristo.


    Nesta reflexão, caminhamos por três movimentos

    — Misericórdia que desarma a vingança

    — Confiança que sustenta na provação

    — Chamado que transforma em missão


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    8 mins
  • DE SAUL A JESUS | Um Caminho De Cura Interior
    Jan 22 2026

    Há momentos em que o coração se fecha sem que a gente perceba. A comparação surge, a inveja se instala, e aquilo que deveria ser alegria vira peso interior. Mas a Palavra de Deus sempre chega como luz capaz de curar o que está ferido e devolver liberdade ao coração.


    Hoje, na quinta-feira da segunda semana do Tempo Comum, a liturgia nos conduz por um caminho profundo de transformação interior. A primeira leitura mostra o contraste entre o coração invejoso de Saul e a amizade fiel de Jônatas. O salmo nos ensina a confiar em Deus mesmo quando somos perseguidos. E o Evangelho revela Jesus como fonte de misericórdia que acolhe todos os que O procuram com fé.


    A Palavra nos convida a reconhecer nossos sentimentos mais escondidos e a entregá-los a Deus, transformando comparação em oração, medo em confiança e ferida em caminho de cura.


    Hoje, a Palavra nos chama a três movimentos espirituais

    — Reconhecer o que fecha o coração

    — Confiar nossas dores ao Senhor

    — Aproximar-se de Jesus com fé sincera


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    6 mins
  • CORAGEM QUE LIBERTA | Da Fé À Compaixão
    Jan 21 2026

    Há momentos em que a vida nos coloca diante de gigantes: medos, paralisias, situações que parecem maiores do que nossas forças. Nessas horas, o coração oscila entre confiar nas próprias armas ou aprender a descansar em Deus, mesmo quando tudo parece desproporcional.


    Hoje, na quarta-feira da segunda semana do Tempo Comum, celebramos a memória de Santa Inês, Virgem e Mártir. A Palavra nos apresenta Davi diante de Golias e Jesus diante da dureza dos corações. As leituras nos conduzem da confiança radical em Deus à compaixão que salva vidas, revelando que a verdadeira força não está na espada, mas na fé que se traduz em misericórdia.


    A primeira leitura nos mostra Davi, pequeno aos olhos humanos, mas sustentado por uma memória viva da fidelidade de Deus. O Salmo revela uma intimidade profunda: Deus como rochedo, refúgio e libertador. No Evangelho, Jesus enfrenta o legalismo e escolhe a vida, curando no sábado e restaurando o que estava paralisado.


    A fé autêntica nunca é passiva. Ela nasce da confiança, cresce na intimidade com Deus e se manifesta em gestos concretos de compaixão, capazes de libertar e devolver vida onde havia medo e rigidez.


    → Três movimentos espirituais

    – Confiar mais em Deus do que nas próprias forças

    – Alimentar a coragem com a memória da fidelidade divina

    – Transformar fé em compaixão que salva


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    7 mins
  • UMA FÉ QUE LIBERTA | Do Legalismo À Vida
    Jan 20 2026

    Muitas vezes carregamos o peso de sermos avaliados pelo que mostramos, pelo que aparentamos ou pelo que esperam de nós. Isso cansa, aprisiona e nos faz esquecer quem realmente somos. A Palavra de Deus vem hoje como um alívio: ela nos recorda que o olhar de Deus não se detém na superfície, mas alcança o mais profundo do coração.


    Na terça-feira da segunda semana do Tempo Comum, a Igreja nos conduz pela liturgia que une a escolha de Davi, o Salmo da fidelidade divina e o Evangelho em que Jesus devolve à Lei seu verdadeiro sentido. Deus escolhe o menor aos olhos do mundo, sustenta com sua mão fiel e, em Cristo, revela que a fé não pode se tornar um fardo, mas deve sempre gerar vida, misericórdia e liberdade.


    A unção de Davi nos lembra que nossa força não nasce da aparência nem da autossuficiência, mas da aliança com Deus que nos sustenta. O Salmo canta essa fidelidade que acompanha o eleito em todos os momentos. E o Evangelho nos confronta com uma escolha diária: viver uma religião que oprime ou uma fé que liberta.


    Essa Palavra nos convida a rever nossos critérios, nossos julgamentos e nossa maneira de viver a fé no cotidiano. Onde a rigidez tem sufocado a vida, Jesus nos chama a recolocar a misericórdia no centro.


    — Aprender a olhar como Deus olha

    — Confiar na mão que nos sustenta

    — Viver uma fé que gera vida


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  • VINHO NOVO EM ODRES NOVOS | Um Convite à Conversão Verdadeira
    Jan 19 2026

    Há momentos em que fazemos muito para Deus, mas evitamos entregar aquilo que Ele realmente pede. Cumprimos ritos, mantemos aparências, mas o coração permanece fechado, com medo de mudar, de perdoar, de confiar plenamente.


    Nesta segunda-feira da segunda semana do Tempo Comum, a liturgia nos conduz ao centro da fé cristã. A primeira leitura apresenta Saul, que obedece apenas em parte; o Salmo denuncia a incoerência entre fé e vida; e o Evangelho revela, nas imagens do noivo e do vinho novo, que Jesus inaugura uma vida que não aceita remendos.


    A Palavra mostra que Deus não se satisfaz com sacrifícios exteriores quando o coração resiste à sua vontade. A obediência verdadeira nasce da escuta, da confiança e da coragem de se deixar renovar por Cristo.


    A fé autêntica não é performance religiosa, mas transformação interior. O Evangelho nos chama a abandonar os odres velhos do medo, do legalismo e da aparência, para acolher a alegria nova do Reino.


    Um caminho simples e exigente se abre diante de nós


    – Reconhecer onde obedecemos só pela metade

    – Alinhar fé professada e vida concreta

    – Tornar-se odre novo para o vinho do Evangelho


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  • CHAMADOS A SER LUZ | Uma Missão Que Não Tem Fronteiras
    Jan 18 2026

    Há momentos em que a fé parece pequena diante de um mundo tão marcado por sombras. A gente se pergunta se ainda faz diferença acreditar, testemunhar, insistir no bem. A Palavra de Deus hoje toca exatamente esse ponto: quando tudo parece pouco, Deus nos chama a ser luz.


    Neste Segundo Domingo do Tempo Comum, a liturgia nos conduz ao coração da identidade cristã. A primeira leitura de Isaías revela uma missão sem fronteiras, o Salmo responde com um coração disponível, São Paulo recorda que somos chamados à santidade mesmo em meio às lutas, e o Evangelho nos apresenta o testemunho humilde de João Batista diante do Cordeiro de Deus.


    Ser luz não é uma tarefa reservada a poucos nem um ideal distante. É um caminho concreto, vivido no cotidiano, sustentado pela graça. A santidade aparece como processo, não como perfeição imediata, e o testemunho cristão nasce da humildade de quem aponta para Cristo e não para si mesmo.


    A Palavra escutada se transforma em vida quando acolhemos o chamado e respondemos com gestos simples, fiéis e cheios de amor.


    Vamos caminhar em três movimentos

    — Alargar o coração para uma missão sem fronteiras

    — Responder com alegria e confiança à vontade de Deus

    — Testemunhar com humildade, apontando para o Cordeiro


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  • JESUS SE APROXIMA DE QUEM ESTÁ CAÍDO | Misericórdia Que Cura
    Jan 17 2026

    JESUS SE APROXIMA DE QUEM ESTÁ CAÍDO | Misericórdia Que Cura


    Há momentos em que estamos ocupados demais procurando soluções, respostas ou perdas do dia a dia, sem perceber que Deus já está nos esperando no meio do caminho. A Palavra de hoje ilumina exatamente essas buscas silenciosas, onde a graça se revela como surpresa e misericórdia.


    Neste sábado, a liturgia nos conduz por um fio único de sentido. Na primeira leitura, Saul sai à procura de jumentas perdidas e acaba encontrando sua vocação ao ser ungido por Samuel. O Salmo nos recorda que a verdadeira alegria não nasce da autossuficiência, mas da confiança no Senhor. No Evangelho, Jesus chama Levi exatamente no lugar de sua exclusão e se senta à sua mesa, revelando que a comunhão precede a conversão.


    A Palavra nos mostra que Deus não espera que tudo esteja resolvido para nos chamar. Ele entra na rotina, na fragilidade e até no fracasso aparente, transformando buscas pequenas em missão.

    Entre Saul e Levi, reconhecemos nosso próprio caminho de fé: procuramos coisas concretas, mas somos alcançados por um chamado maior. A misericórdia não nos afasta da realidade, ela a cura por dentro.


    Esta Palavra nos convida a três movimentos:

    — reconhecer onde estamos buscando sentido

    — acolher o olhar misericordioso de Jesus

    — dar um passo simples no caminho do seguimento


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