Episodes

  • SUSPENSÃO: Ato XI - Início
    Feb 1 2026

    Todo início verdadeiro acontece em silêncio.

    Sem anúncio. Sem clareza. Sem garantias.

    Depois do limiar, não há retorno ao que éramos. Mas também não existe ainda um nome para o que começa. Há apenas um gesto mínimo, quase imperceptível, que pede cuidado para não ser interrompido.

    Neste Ato, O Intervalo não fala sobre recomeçar, mas sobre sustentar o primeiro passo quando ele ainda não parece um passo. Sobre honrar o tempo frágil das coisas que nascem antes de saberem existir.

    Início, aqui, não é impulso. É escuta. É presença. É permitir que algo se forme sem pressa de chegar.

    Porque às vezes, começar é apenas não voltar a fechar.

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    13 mins
  • SUSPENSÃO: Ato X - Limiar
    Feb 1 2026

    Existe um instante em que nada avança —

    mas algo já não pode mais voltar a ser como era.

    No Limiar, O Intervalo não oferece respostas nem direções. Este Ato habita o entre: o ponto suspenso entre o que se esgota e o que ainda não nasceu. Um território de pausa radical, onde o tempo perde forma, o sentido vacila e a escuta se volta para dentro.

    Aqui, o ruído cessou, a pressa foi atravessada, o corpo já falou, o silêncio ensinou. Resta sustentar o vazio sem tentar preenchê-lo. Permanecer. Aguardar.

    Porque toda transformação real acontece antes do movimento — no exato momento em que aprendemos a não atravessar.

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    10 mins
  • SUSPENSÃO: Ato IX - Escolha
    Feb 1 2026

    Escolher raramente é sobre o que se ganha.

    Quase sempre é sobre o que se deixa para trás.

    Neste ato, a escolha aparece sem heroísmo. Sem promessas de controle. Sem a ilusão de que existe um caminho certo esperando para ser descoberto.

    Escolher, aqui, é assumir a responsabilidade de habitar um gesto. Mesmo sem garantias. Mesmo com medo. Mesmo sabendo que toda decisão carrega perdas silenciosas.

    Não se trata de decidir entre opções externas, mas de reconhecer o ponto íntimo onde já não é mais possível permanecer onde se está.

    Escolher é um corte. Um deslocamento. Um compromisso com aquilo que começa a pedir passagem.

    Este episódio é um convite a escutar o momento em que a vida deixa de perguntar

    “o que você quer?” e passa a sussurrar “o que você sustenta?”

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    11 mins
  • SUSPENSÃO: Ato VIII - Tempo
    Feb 1 2026

    O tempo não nos persegue.

    Somos nós que aprendemos a fugir dele.

    No Ato VIII de O Intervalo, o tempo deixa de ser medida e passa a ser experiência. Um campo onde atenção, corpo e escuta se encontram — e onde a vida acontece sem a necessidade de ser apressada ou controlada.

    Este episódio atravessa o comportamento humano e a saúde mental, revelando como nossa relação com o tempo molda decisões, expectativas, trabalho, carreira, estilo de vida e a forma como habitamos o presente.

    O tempo não exige gestão. Ele pede presença. Quando deixamos de tratá-lo como inimigo ou escassez, algo se reorganiza: o ritmo interno encontra o ritmo da vida.

    Mais do que buscar resultados, O Intervalo propõe cultivar consciência. Mais do que avançar, propõe habitar o agora.

    Este não é um episódio sobre ganhar tempo.

    É um convite para viver no tempo que já existe.

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    14 mins
  • SUSPENSÃO: Ato VII - Escuta
    Feb 1 2026

    Escutar não é esperar a vez de responder.

    É oferecer presença ao que pede passagem.

    No Ato VII de O Intervalo, a escuta é vivida como gesto profundo de atenção e cuidado. Não apenas ouvir sons ou palavras, mas sustentar espaço — para o outro, para o mundo e para aquilo que ainda não sabe se dizer.

    Este episódio atravessa o comportamento humano e a saúde mental, revelando como a escuta transforma relações, trabalho, carreira, estilo de vida e a forma como lidamos com conflitos, limites e silêncios.

    Escutar exige suspensão do impulso de corrigir, acelerar ou concluir. É um ato de responsabilidade: aquilo que é escutado ganha existência. Quando a escuta é verdadeira, ela não invade — ela acompanha.

    Mais do que buscar resultados, O Intervalo propõe cultivar consciência. Mais do que avançar, propõe habitar o agora.

    Este não é um episódio sobre comunicação eficiente.

    É um convite para escutar sem intenção de controle.

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    8 mins
  • SUSPENSÃO: Ato VI - Silêncio
    Feb 1 2026

    O silêncio não é o que falta ao som.

    É o que permanece quando paramos de responder.

    No Ato VI de O Intervalo, o silêncio é vivido como experiência ativa, não como vazio. Um estado em que a atenção descansa, o corpo assenta e o pensamento perde a urgência de se afirmar.

    Este episódio atravessa o comportamento humano e a saúde mental, revelando como o silêncio sustenta clareza, equilíbrio e presença em meio à vida cotidiana, ao trabalho, à carreira e ao estilo de vida marcados por estímulos constantes.

    O silêncio não precisa ser criado. Ele emerge quando cessam o excesso, a pressa e a resistência. Habitar o silêncio é um gesto simples e profundo de confiança no agora.

    Mais do que buscar resultados, O Intervalo propõe cultivar consciência. Mais do que avançar, propõe habitar o agora.

    Este não é um episódio para fugir do mundo.

    É um convite para escutá-lo sem interferência.

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    9 mins
  • SUSPENSÃO: Ato V - Corpo
    Feb 1 2026

    O corpo não acompanha a pressa da mente.

    Ele permanece onde a vida acontece.

    No Ato V de O Intervalo, o corpo deixa de ser suporte silencioso e passa a ser fonte de informação. Sensações, tensões, cansaços e ritmos revelam verdades que o pensamento sozinho não alcança.

    Este episódio observa o corpo como espaço fundamental do comportamento humano e da saúde mental, atravessando nossa relação com trabalho, carreira, estilo de vida e com a forma como lidamos com limites, descanso e presença.

    O corpo não pede desempenho. Ele pede escuta. Quando ignorado, cobra. Quando respeitado, orienta. Habitar o corpo é um gesto simples e radical de atenção ao agora.

    Mais do que buscar resultados, O Intervalo propõe cultivar consciência. Mais do que avançar, propõe habitar o agora.

    Este não é um episódio sobre performance ou controle.

    É um convite para voltar ao corpo como casa.

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    9 mins
  • SUSPENSÃO: Ato IV - Atenção
    Feb 1 2026

    A atenção não é esforço.

    É o lugar onde decidimos permanecer.

    No Ato IV de O Intervalo, a atenção é observada como qualidade de presença, não como capacidade de foco. Um estado que revela para onde a vida está sendo entregue, momento após momento.

    Este episódio atravessa o comportamento humano e a saúde mental, mostrando como a atenção molda escolhas, relações, trabalho, carreira, estilo de vida e até a forma como nos percebemos no tempo. Aquilo que sustentamos com atenção se torna experiência; o resto passa sem deixar vestígios.

    A atenção não se impõe pela força. Ela se educa pelo cuidado. Quando não é sequestrada pelo excesso ou pela pressa, ela se torna um gesto silencioso de responsabilidade consigo.

    Mais do que buscar resultados, O Intervalo propõe cultivar consciência. Mais do que avançar, propõe habitar o agora.

    Este não é um episódio sobre se concentrar melhor.

    É um convite para perceber onde você já está atento — sem notar.

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    9 mins